quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Bolo de buttermilk com mirtilos

Sabe quando a gente encasqueta uma coisa na cabeça e enquanto não fa,z não sossega? Esta era exatamente a minha expectativa quanto a realização de alguma receita que pudesse ter o tal do mirtilo. Via, em muitos blogs, diferentes tipos de receitas, mas aqui no cantinho onde moro não encontrava o tal do mirtilo. Um belo dia, fazendo as minhas compras semanais na frutaria da cidade, deparei-me com uma caixinha (aquelas embalagens plásticas) com um punhadinho de mirtilo (mais ou menos uns 100 g). Fiquei toda feliz e logo peguei uma caixinha; mas, quando vi o preço, desisti da compra. Mesmo assim, minha cabeça não parava de querer experimentar algo com os dito cujos.

Passaram-se meses e um dos supermercados da minha cidade mudou de rede, o que resultou em algumas inovações de produtos que até então eu não tinha visto por essas bandas de cá. Fazendo minhas compras, encontrei a tal frutinha do mesmo jeito que na frutaria: numa caixinha de plástico com uns 100g. Só que quando olhei o preço, a esperança voltou a reinar e logo coloquei uma caixinha no carrinho, pois era o que eu precisava (a receita já estava selecionada) e que podia pagar por ela sem prejudicar a compra de outros produtos de maior necessidade.

Assim, depois de muito esperar, surgiu o o bolo, razão deste post. O bolo em si é muito bom, mas confesso que eu esperava mais do tal mirtilo. O seu sabor e a sua textura são bons, mas como a minha expectativa era muito grande, acabei não achando grandes coisas. Mas misturado ao bolo ficou muito bom. Fato este que o único pedaço que eu comi foi este no pratinho da foto; o restante foi consumido pelo meu marido com vontade de "quero mais".

A receita é do blog da Pâmela (com a escrita original dela) que apresenta outras gostosuras.



Ingredientes:

1 xícara (130gr) de farinha de trigo
1/2 colher (chá) (2gr) fermento em pó
1/2 colher (chá) (2gr) bicarbonato de sódio
1/4 colher (chá) sal
56 gr manteiga sem sal, amolecida
2/3 xícara (146gr) mais 1 e 1/2 colher (sopa) (22gr) açucar, dividido
1/4 colher (chá) de essência de amêndoas, ou 1/2 colher (chá) de essência de baunilha
1/2 colher (chá) de raspas de limão
1 ovo grande
1/2 xícara (118 ml) buttermilk*
1 xícara (140gr) mirtilo

*Receita de buttermilk caseiro: Para cada xícara de buttermilk que a receita pedir, coloque 1 colher (sopa) de suco de limão ou vinagre branco em um recipiente graduado, e acrescente leite até completar uma xícara. Deixe descansar por cerca de 10 minutos antes de usar.


Modo de fazer:

Pré aqueça o forno a 200°C. Unte uma forma redonda de 23cm.

Numa tigela peneire a farinha, o fermento, o bicarbonato, o sal e reserve.

Na batedeira, bata a manteiga e 2/3 do açucar em velocidade média-alta até ficar uma mistura clara e fofa, cerca de 3 a 5 minutos. Adicione a essência e as raspas de limão. Acrescente o ovo e bata bem. Em velocidade baixa, adicione os ingredientes secos em três partes, alternando com o buttermilk, começando e terminando com a farinha. Bata até ficar bem misturado, mas não bata demais. Derrame a massa na forma, espalhe os mirtilos por cima e salpique todo o topo com o restante do açucar.

Asse por 20 a 25 minutos, ou até que o teste do palito saia limpo.

OBS.: o buttermilk é um ingrediente que dá um toque todos especial ao bolo; já o usei na receita do Hots roll e aqui no bolo ficou perfeito.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Biriba de coco



Outro docinho que ganhou muitos elogios no aniversário da filhota foi este. Posso dizer que ficou em segundo lugar entre a opinião dos convidados. Quando achei essa receita no fascículo Churros e Guloseimas, da coleção Dona Benta, não tive dúvidas em experimentá-la em forminhas de docinho, o que deu muito certo como podem ver. A receita é muito rápida, preparada à mão (sem batedeira e sem liquidificador) e rende aproximadamente 200 forminhas de docinhos. Ainda vou repeti-la para assar em forminhas de quindim ou de queijadinha. Ah, por falar em queijadinha, todos da festa pensaram que era a própria, mas esta receita não leva queijo. Eu amei esta receita e para mim vem em primeiro lugar, deixando o beijinho de marcujá com recheio trufado em segundo. Experimente e se surpreenda.

Ingredientes:
2 colheres (sopa) de manteiga amolecida
3/4 de xícara (chá) de açúcar
1 lata de leite condensado
6 ovos
150 g de coco ralado

Modo de fazer:
Misture a manteiga com o açúcar e incorpore o leite condensado. Adicione os ovos levemente batidos e mexa com um batedor de arame (fouet) até homogeneizar. Junte o coco e misture bem.

Distribua a massa em forminhas de papel descartáveis ( nº 2), acomodadas em uma forma grande, e leve ao  forno moderado preaquecido (180º) por cerca de 25 minutos ou até dourar.

Se prepare, pois é impossível de comer apenas alguns.

OBS. Arume primeiro as forminhas de docinho em um tabuleiro ou forma de pizza para depois enchê-las utilizando uma colher de sobremesa, pois com a de sopa entorna muito fora das forminhas. Não encha até a borda das forminhas para não transbordar enquanto assa.

Beijinho de maracujá com recheio trufado

Organizar o aniversário da filha e ao mesmo tempo gostar de cozinhar acaba levando essa mãe multifacetada (e nada modesta)  a assumir o preparo de alguns itens ou de todo o cardápio da festa. Esse ano assumi algumas coisas, entre elas, os docinhos. Selecionei um a um para apresentar novidade e a que foi mais comentada durante a festa e algum tempo depois dela foi este docinho, razão deste post. A receita é facílima de preparar, só requerendo um pouco de tempo para enrolar os docinhos.

A receita é da coleção Dona Benta, do fascículo  de Docinhos Especiais, e ela mistura o sabor azedinho do maracujá com o amarguinho do chocolate, e isto com o tom adocicado. Vale experimentar. Então, vamos ao que interessa.



Ingredientes:

Beijinho
2 1/2 xícaras (chá) de leite em pó integral
2 xícaras (chá) de açúcar de confeiteiro
1/2 xícara (chá) de suco de maracujá concentrado
Açúcar de confeiteiro para envolver

Recheio
100 g de chocolate meio amargo picado
2 colheres (sopa) de leite
1 colher (sobremesa) de rum

Modo de fazer:

Beijinho
Misture o leite em pó com o açúcar de confeiteiro e vá acrescentando o suco aos poucos, enquanto amassa, até formar uma bola macia que solta das mãos (se necessário, pingue mais suco para ajustar a consistência). Envolva em um filme plástico e reserve na geladeira por aproximadamente 1 hora.

Recheio
Derreta o chocolate com o leite em banho maria, mexa até ficar liso e agrege o rum. Leve à galadeira, coberto com filme plástico, até firmar.

Modelagem
Com as mãos untadas, molde bolinhas de chocolate com menos de 1 cm de diâmetro  e leve de volta à geladeira por 20 minutos.

Modele bolinhas maoires com a massa do beijinho, achate na palma da mão e recheie com uma bolinha de chocolate. Termine de enrolar, envolva em açúcar de confeiteiro e disponha os docinhos em forminhas apropriadas.

Depois disto, é só se deliciar.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Gravata ao molho de calabresa e bacon



Macarrão é sempre um ingrediente que propicia um prato saboroso, nutritivo e rápido. Na hora da fome, ele satisfaz tanto o paladar quanto a exigência de pouco tempo no preparo. Claro que por ser um carboidrato, deve ser consumido na porção ideal para uma dieta equilibrada. Eu amo massa e de qualquer forma ela me apetece. Então vamos lá.

Ingredientes:

1/2 kg de macarrão gravata (ou outro de sua preferência)
3 litros de água para cozinhar o macarrão
1 colher (sopa) de sal
1 fio de óleo
1 gomo de linguiça calabresa sem pele e picado em cubos
1 xícara (chá) de bacon sem pele e picado em cubos
2 dentes de alho grandes e amassados 
1 cebola picada bem miudinha
2 tomates picados em cubos pequenos
1 sachê de molho de tomate pronto
sal, se necessário
cheiro verde à gosto picado bem muidinho
queijo ralado para acompanhar (opcional)



Modo de fazer:

Coloque água numa panela e leve ao fogo até ferver. Acrescente o sal e o óleo, coloque o macarrão e deixe cozinhar, mexendo de vez em quando para não grudar. Escorra e coloque em uma travessa. Reserve.

Coloque o bacon já picado em uma panela antiaderente e frite no próprio óleo. Escorra e reserve. Proceda da mesma forma com a calabresa. Na mesma panela, na pouca gordura que sobrou do bacon, frite o alho e a cebola até murcharem. Acrescente o tomate, mexa, abaixe o fogo e deixe cozinhar. Acrescente o molho de tomate pronto, acerte o sal e deixe mais uns 3 minutos. Desligue o fogo, acrescente o cheiro verde e distribua sobre o macarrão cozido que já está na travessa. Sirva quente, acompanhado de um bom azeite de oliva extra virgem e de queijo ralado.

OBS. pique todos os ingredientes antes de iniciar o cozimento do macarrão, pois enquanto isto acontece, será o tempo suficiente para o preparo do molho. Fazendo assim, quando o macarrão chegar ao ponto de cozimento, o molho estará pronto e o prato será servido quentinho.

Bom apetite!

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Bolo de fubá caramelizado



Nossa, a minha ausência tem sido presente aqui, kkkk. Não vou nem tentar explicar, mas vou recompensá-los com uma receita maravilhosa que compartilhei do delicioso blog da Priscila. Quando vi a receita fiquei receosa de que pudesse dar errado por causa da calda, mas minha supresa foi grande quando o bolo escorregou suavemente da forma para o prato. Outra supresa foi a combinação da textura crocante da casquinha que se forma com a parte interna do bolo cheia de coco. Alguns diriam que acompanha um belo cafezinho preto ou café com leite. Mas minha preferência de bebida quando se trata de bolo de fubá é um leite gelado sem açúcar. Neste caso, o doce do crocante ficou na dose certa acompanhado do leite sem açúcar. O resultado foi tão bom que o bolo acabou em menos tempo que os demais. Se você aprecia bolo de fubá, não deixe de experimentar esta receita, pois é deliciosa e surpreendente, como também muito fácil de fazer.





Ingredientes:

1 xícara (chá) de açúcar ou 12 colheres (sopa) bem cheias
3 ovos
160 ml de leite de vaca
160 ml de óleo de milho
1 xícara (chá) de açúcar
1 xícara (chá) de fubá mimoso
2 colheres (sopa) farinha de trigo
1 colher (sopa) fermento em pó
100 g de coco ralado



Modo de fazer:

Preaqueça o forno a 180º enquanto prepara a receita.

Coloque a primeira xícara de açúcar na forma de pudim e leve ao fogo direto na boca do fogão. Queime o açúcar até caramelizar, mexendo a própria forma para não queimar  e segurando com luva de cozinha ou um pano de prato. Depois de caramelizado, retire do fogo imediatamente, coloque sobre a pia para o calor diminuir; enquanto isto, espalhe o caramelo por toda a forma, virando-a por todos os lados. Reserve.

Coloque no liquidificador todos os demais ingredientes, com excessão do coco ralado e do fermento. Bata tudo junto. Acrescente o fermento e dê uma batida rápida. Com o liquidificador desligado misture o coco;  em seguida, despeje a massa na forma caramelada, leve a assar normalmente como bolo direto na grade do forno, por aproximadamente 40 minutos ou até que ao espetar um palito ele saia limpo.

Para desenformar é preciso esperar o bolo esfriar totalmente. Depois, esquente a forma direto na boca do fogão  para que o caramelo que secou, derreta e solte o bolo. Quando o bolo estiver se mexendo dentro da forma, está no ponto de desenformar.

Então, boa degustação.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Patê de atum light

Depois de tanto tempo longe das postagens e agora aparecer com a receita de um patê, parece falta de criatividade, mas não é. Há razão para as duas coisas. A razão do sumiço foi a organização da festa de aniversário de 5 anos da minha filhotinha querida e da visita do meu pai para o aniversário, além de uns tours pela cidade e região com ele. E a razão da receita light é que do aniversário sobraram muitas coisinhas calóricas e saborosíssimas que foram degustadas ao longo de uma semana após a festa, além do cardápio também calórico para a visita. A opção que me restou foi cortar calorias, mas com o desafio de manter o sabor. E para isto, este patê cai muito bem, pois é saboroso e light, o que ajuda no reequilíbrio da balança. Ele pode ser saboreado com pão, torrada, biscoito salgado e até com uma saladinha cai muito bem, além de ser muito simples de fazer.



Ingredientes:

1 vidro de maionese Helmann's sabor limão (250g)
1 lata de atum sólido em conserva de água
1/2 cebola bem picadinha
salsinha bem picadinha
sal à gosto

Modo de fazer:

Escorra o atum, coloque-o num tigela e amasse-o com um grafo até desmanchá-lo. Acrescente a maionese aos poucos, intercalando com os demais ingredientes. Misture até que forme uma pasta. Acerte o sal conforme o seu gosto e sirva conforme desejar.

Obs.: desde que eu descobri que a maionese Helmann's limão é a menos calórica dentre as que eu encontro nos supermercados da minha cidade, minha opção por ela é constante. A Helmann's comum tem 40 calorias por colher de sopa, enquanto a sabor limão tem apenas 28. Além disto, o toque do limão dá um diferencial ao paladar. Em comparação com a linha light de todas as marcas encontradas aqui, ela é a menos calórica, mesmo não sendo light. Quanto ao atum, eu sempre escolho o que é de conserva em água para diminuir a caloria. Por estes dois motivos que eu "batizei" o meu patê de light.


sábado, 27 de agosto de 2011

"Amazing Grace" interpretado por Jotta A. no Raul Gil


"Maravilhosa Graça" de Jesus é o tema desta linda canção na voz abençoada do pequeno gigante Jotta A.
Deus o abençoe sempre.
Soli Deo Gloria!

terça-feira, 23 de agosto de 2011

"Oh Happy Day" - Jotta A. - Raul Gil

Mais uma apresentação belíssima e cheia de talento. Há algo diferente quando este menino canta, e isto é "dom de Deus". Mais uma vez: "Soli Deu Gloria"! 

domingo, 21 de agosto de 2011

"Agnus Dei" na voz do taletoso Jotta A. no Raul Gil


Pessoal, eu simplesmente não tenho outras palavras para descrever este jovem cantor senão "Dádiva de Deus". Se você não teve oportunidade de ouvi-lo, faça-o agora e não se arrependerá, além de também ser abençoado por Deus com seu talento.
Eu ouvi, me emocionei e não consegui tirar esta linda música da minha cabeça durante toda a semana e até hoje. Penso que se o que é bom deve-se compartilhar, o que dizer do que é excelente?
Acima de tudo, no entanto, Soli Deu Gloria!

Moyashi com alcátra regada ao shoyu

Moyashi é um alimento de origem japonesa e designa os brotos de soja, de feijão, entre outros. Eu, particularmente, só experimentei o de feijão que pode ser consumido tanto cru como levemente cozido, compondo um prato leve e saudável, com baixíssimas calorias. Quando os demais ingredientes utilizados na sua preparação também são light, resulta em uma refeição que cabe muito bem em qualquer cardápio de dieta. Aqui eu utilizei alcatra sem as gorduras aparentes e shoyo light. O prato ficou leve e saboroso, aliviando as mentes perturbadas pelos ponteiros da balança.



 
Ingredientes:

1/2 kg de alcatra em bife
1/2 pacote de moyashi
1 cebola pequena cortada em pétalas finas
1/2 pimentão verde cortado em tiras
4 dentes de alho amassados
1 colher (sopa) de óleo
1/2 xícara (chá) de shoyo light
sal à gosto
cheiro verde picado à gosto

Modo de fazer:

Corte cada bife de alcatra em tiras de 3 dedos de lagura e, em seguida, corte cada tira em tirinhas menores. Tempere com o alho e um pouquinho de sal. Reserve por uns 15 minutos.

Lave o moyashi em água corrente e depois deixe escorrer bem.

Corte a cebola, o pimentão e o cheiro verde e reserve.

Numa panela de teflon ou wok, coloque o óleo, deixe esquentar e acrescente a carne. Frite-a até que fique totalmente corada. Em seguida, acrescente a metade do shoyo e mexa. Acrescente a cebola e o pimentão, mexa e deixe refogar por uns 3 minutos. Acrescente o moyashi e o restante do shoyo, mexa, acerte o sal, se necessário, e deixe refogar por uns 3 minutinhos mais. Desligue o fogo, acrescente o cheiro-verde e sirva com um arroz branco.

Bom apetite!

sábado, 13 de agosto de 2011

Peixe ao molho de leite de coco e dendê



Na época em que morei no nordeste do Brasil e viajei por aqueles lugares maravilhosos, fui introduzida ao sabor do leite de coco com óleo de dendê saborizando diferentes tipos de peixe. O principal nome dado a esse tipo de prato era moqueca. Com diferentes complementos, com ou sem camarão, esta receita é mais uma possibilidade para se utilizar a maioria dos peixes que caem bem cozidos. Já fiz com peixe em posta, mas desta vez o que tinha no freezer era peixe em filé. Deu certo do mesmo jeito e nos deliciamos. Quando forma muito caldo, aproveita-se para fazer um belo pirão. É uma receita muito fácil e rápida de preparar.


Ingredientes:

1 kg de peixe em posta ou em filé
1/2 limão
5 dentes de alho amassados (ou machucados, como se diz em alguns lugares do nordeste)
2 colheres (sopa) de óleo de soja
1 cebola grande cortada em rodelas
1 pimentão verde pequeno em rodelas
1 pimentão vermelho pequeno em rodelas
3 tomates médios em rodelas
1 sachê de rondashi ou de caldo de legumes
1 vidro de leite de coco (de boa qualidade)
1/3 de um vidrinho pequeno de azeite de dendê
1 maço pequeno de coentro bem picado (aproveitar todos os galhinhos)
sal e pimenta dedo de moça à gosto



Modo de fazer:

Tempere o peixe com 3 dentes de alho amassados, o caldo do limão, um pouquinho de sal e reserve.

Numa panela grande, coloque o óleo, frite o alho, acrescente a cebola e os pimentões e refogue por uns 2 minutos. Acrescente o tomate e o hondashi, mexa e deixe refogar mais 1 minuto. Acrescente o leite de coco, o azeite de dendê e metade do coentro, tempere com o sal e a pimenta à gosto, mexa bem, coloque o peixe pedaço por pedaço, arrumando-os de forma que todos fiquem mergulhados no molho. Tampe a panela, abaixe o fogo para a chama mínima e deixe até que o peixe esteja cozido. Retire do fogo, acrescente o restante do centro picado e sirva com arroz branco. É uma delíiiiiiiiiicia.



OBS: eu gosto muito de alho, mas se quiser, diminua a quantidade. Quando for utilizar temperos verdes e frescos, aproveite o caule (o galhinho), pois nele se concetram os nutrientes, o sabor e o aroma. O hondashi dá um toque especial por ser caldo de peixe. Na sua falta, pode utilizar o de legumes, mas faça um esforço de colocar o hondashi, pois na minha opinião, faz diferença. Procure utilizar leite de coco de boa qualidade para que seu peixe não fique com gosto de "ranço" ou de sabão mesmo. A pimenta é opcional porque nem todo mundo curte um ardidinho básico. Aqui em casa eu coloco só na minha porção depois de pronta, pois só eu gosto.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Gelatina bicolor

Básico do básico na cozinha é receita básica de gelatina. Pois é, isto é o que vocês terão nesta receita super basiquinha, mas que na hora de uma emergência doméstica, ela cai como uma luva. Já a comi em vários lugares; em alguns deles ela não se separou do creme e em outras, sim. A minha sempre se separa. Queria até saber como fazer para não separar. Alguém sabe me dizer? Obrigada, hein!



Ingredientes:

2 caixas de gelatina sabor morango
2 caixas de creme de leite (ou 400 g)
1 lata de leite condensado

Modo de fazer:

Faça a gelatina conforme as instruções da embalagem. Ainda quente, coloque no liquidificador, acrescente o creme de leite e o leite condensado e bata até ficar bem homogêneo. Unte uma forma de furo no meio com óleo, passe água fria dentro dela e escorra bem. Despeje a mistura batida na forma e leve à geladeira até que fique consistente ao ponto de desenformar. Sirva gelado.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Galinhada

Galinhada: um prato simples, rápido e saboroso. A primeira vez que comi esta iguaria foi na cidade de Goiânia, GO, e o prato estava marcado pelo sabor peculiar do pequi, fruto do qual eu nunca tinha ouvido falar, quanto menos experimentado. A minha receita não tem pequi porque não tinha em casa, mas o seu sabor faz toda a diferença no prato e vale a pena experimentar. Esta receita pode ser apresentada como prato principal, acompanhada de uma salada, vinagrete e tutu de feijão - uma refeição completa. 



Ingredientes:

1 peito de frango cortado em cubos
4 dentes de alho grandes amassados
sal à gosto
2 colheres (sopa) de shoyu
3 colheres (sopa) de óleo
1 cebola bem picadinha
2 xícaras (chá) de arroz (eu usei o branco)
1 cenoura grande picada em cubos pequenos
2 pequis ou 1 colher (sopa) de poupa de pequi em conserva (opcional - não coloquei porque não tinha)
1 colher (chá) de açafrão
4 xícaras (chá) de água quente
1 sachê de caldo de galinha
cheiro-verde picado à gosto
pimenta dedo-de-moça picada sem as sementes (opcional)

Como fazer:

Tempere o frango com o alho, sal e shoyu e deixe tomar gosto por 30 minutos. Numa panela média, coloque o óleo e frite o frango até que fique corado. Acrescente a cebola e refogue; coloque o arroz e a cenoura e também refogue. Acrescente o pequi, a pimenta, o sachê de caldo de galinha, o açafrão, mexa e coloque 3 xícaras de água quente; espere levantar fervura, coloque no fogo médio-baixo com a panela semitampada e deixe cozinhar até que a água seque. Coloque no fogo baixo, acrescente o restante da água e deixe acabar de cozinhar. Depois que a água secar, deligue o fogo e deixe descansar por uns 10 minutos. Na hora de servir, acrescente o cheiro-verde picado.

OBS.:  ao invés de peito de frango pode usar frango em pedaços. A quantidade de água depende do tipo de arroz. Os mais novinhos precisam de menos água. Como a gente não sabe se é ou não, costumo colocar menos água e acrescentar depois, caso seja necessário, pois em algumas vezes, nem é necessário.

Bom apetite a todos e até mais.

domingo, 17 de julho de 2011

Coxas e sobrecoxas de panela


Sabe quando a gente começa a cortar o uso de óleo e a retirar as frituras desnecessárias do cardápio (se é que existe alguma necessária, senão apenas desejada), e olha para as carnes que antes eram fritas mergulhadas em muito óleo e não sabe como fazer para ficar saudável e saborosa ao mesmo tempo? Bom, foi justamente diante deste impasse que eu resolvi tornar como minha técnica preferida para fazer qualquer carne cozida aquela em que utiliza cebola "queimada". Claro que não é queimada mesmo, é só o nome. Com ela eu faço frango, carne de porco, acém, músculo, bife a rolê e já fiz até linguiça. Para a receita de hoje eu utilizei:

Ingredientes:

1 kg de coxa e sobrecoxa (ou o frango em partes)
4 dentes de alho amassados
2 colheres (sopa) de shoyu (eu uso o light)
1 colher (sopa) de molho inglês
1 colher (sopa) de molho barbecue
sal à gosto (eu uso o light)
2 colheres (sopa) de óleo
1/2 cebola descascada e picada em pedaços pequenos
1 xícara (chá) de água quente
cheiro verde à gosto bem picadinho

Como fazer:

Limpe as coxas e sobrecoxas retirando toda a pele. Faça vários furinhos com a ponta da faca em todos os pedaços de carne para entrar o tempero. À parte, misture o alho, o shoyu, os molhos inglês e barbecue, coloque na carne e misture para temperar. Deixe marinar por pelo menos 30 minutos. Se não tiver ou não quiser utilizar o shoyu e os molhos, tempere à gosto e proceda da forma abaixo.
Numa panela de pressão, coloque o óleo e deixe esquentar, acrescente a cebola e refogue até que ela atinja a cor de caramelo escuro. Nesta etapa, é preciso mexer com frequência a panela, pois a cebola precisa ficar caramelizada uniformemente, evitando assim, que fique branca ou que queime, o que pode fazer a carne ficar com gosto amargo. Se isto acontecer, não tem outro jeito: tem que jogar fora e começar de novo. Mas não tem mistérios, é só não esquecer a panela sozinha no fogo, e quando atinjir a cor ideal, acrescente a carne e refogue-a mexendo de vez em quando, em fogo médio. Vai sair água da carne e será preciso esperar toda ela secar. Enquanto isto acontece, a cor caramelo da cebola vai passando para a carne, por isto é preciso mexer de vez em quando para que toda ela fique da mesma cor. Quando tiver secado todo o líquido, acrescente a água quente até a metade da carne (não pode cobri-la para que não fique ensopada demais), tampe a panela e deixe  cozinhar por 15 minutos. Depois deste tempo, desligue o fogo, deixe sair a pressão, abra a panela e verifique se está no ponto do cozimento.  Se ainda houve líquido, deixe-o secar em fogo baixo com a panela destampada, deixando um pouquinho para que a carne fique úmida. Acrescente o cheiro verde e sirva com o acompanhamento que desejar: polenta, macarrão, arroz, salada de batata, e etc, não se esquecendo de uma bela salada.

OBS:  todo produto industrializado precisa ser usado com cautela, pois as porcentagens de ingredientes que fazem mal para quem tem pressão alta, diabetes, ou outra doença crônica, como é o caso do sódio, podem ser bem diferentes de uma marca para outra, e dentro da mesma marca, de um tipo para o outro. Hoje quero chamar a atenção para o shoyu que é um produto com alta concentração de sódio. Fiquei muito tempo pesquisando nas gôndolas dos supermercados, fazendo comparações entre marcas e tipos. Depois disto, percebi que onde moro, os supermercados oferecem apenas 1 marca que tem o tipo tradicional e o light, e comparando entre estes dois tipos, a diferença foi gritante: o light tem o dobro do preço do tradicional, e este, o dobro da quantidade de sódio, uma bomba relógio para quem é hipertenso, mas gosta do sabor deste produto, como é o meu caso. Daí em diante, passei a comprar somente o light, pois apesar do preço, vale o custo-benefício para minha saúde. E quem pensa que o sabor muda, engano, continua o mesmo. Outra mudança foi trocar o sal comum pelo light. Assim como o shoyu, também só achei uma marca nos supermercados, mas seu preço não é igual ao do shoyu, pois não é o dobro, mas aproximadamente 10 X mais que o sal comum. Como no caso do shoyu, seu custo vale o benefício, pois tem a metade da porcentagem de cloreto de sódio, acrescido de uma boa porcentagem de cloreto de potássio. No preparo da receita não há mudança no gosto, além de ficar bem mais saudável.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Brigadeirão


Não sou chocólatra, mas definitivamente o chocolate faz parte da minha alimentação, e quando mais puro, melhor. Aquele "amarguinho" do sabor concentrado do chocolate com menos mistura é o que define minha preferência por essa gostosura. Uma vez li um comparativo bem simples entre o chocolate meio amargo, o ao leite e o branco: o meio amargo é o que tem mais concentração de cacau, logo, com mais propriedades nutricionais benéficas à saúde; o chocolate ao leite já perde uma boa parte do que havia no amargo e deve ser ingerido com mais restrição. Já o chocolate branco deve ser consumido com muito mais restrição, pois é classificado como "doce" de chocolate, já que restam nele bem poucas das propriedades nutricionais presentes no amargo. Não sei se esta comparação é exata (apenas estou citando que fiz esta leitura), mas observo que o gosto por chocolate, em uma boa parte, é para aqueles tipos mais pobres em nutrientes, chegando algumas pessoas a fazerem careta para o mais amargo ou mais concentrado. Bom, pelo menos eu tenho uma vantagem em gostar mais dos que são menos doces e mais concentrados: não tenho que me preocupar se vai ou não sobrar chocolate para mim, pois eles sempre sobram. Minha barra de chocolate 55% cacau (não é nem 70% ou mais, hein) passa o tempo todo sem ser mexida, no lugar que a deixo com frequência, pois aqui em casa só eu gosto deste tipo de chocolate. Levei vantagem!

Falando nisto, quando preciso de chocolate em pó em alguma receita, procuro usar o chocolate e não o achocolatado; o sabor é muito superior, a textura diferente, a coloração mais escura, o que eleva a qualidade do prato. Nesta receita, utilizei o que tinha em casa no momento: Chocolate "Dois Frades".


Ingredientes:

1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite
1 colher (sopa) de margarina
3 ovos
1 xícara (chá) de chocolate em pó
chocolate granulado (não tinha, usei coco ralado)

Como fazer:

Bater todos os ingredientes no liquidificador, exceto o último, colocar em forma de buraco no meio, untada, cobrir com papel alumínio e levar assar no forno médio - 180º C a 200ºC - em banho-maria por cerca de 1:30h ou até que adquira a consistência de pudim. Deixe esfriar um pouco, mas desemforme ainda morno. Decore com granulado ou coco, ou ainda com algo de sua preferência; leve à geladeira de 4 a 6 horas e depois, delicie-se!

Se desejar assar no microondas, os procedimentos de preparo e finalização são os mesmos. O que muda é que deve-se usar uma forma de vidro própria para microondas e assar por 8 minutos na potência alta. Como a gente sabe que tempo de forno varia de um para outro aparelho, verifique se está na consistência certa e, se precisar, deixe mais uns minutos, cuidando para não passar do ponto e queimar ou ficar com a consistência muito dura.

OBS.: eu substitui o granulado pelo coco simplesmente porque não tinha o chocolate em casa e nem tempo para ir comprar. Mas acredite, ficou muito bom e todos que comeram gostaram muito. Eu costumo fazer sobremesas no sábado à noite, devido a isto, o tempo de geladeira até o momento do almoço do domingo deixa a sobremesa maravilhosa. Já fiz algumas receitas (que precisavam de preparo antecipado) na manhã do domingo e constatei que o sabor é diferente quando há menos tempo de geladeira.

Para quem deseja informações mais técnicas sobre o chocolate, acesse AQUI e encontrará ótimas explicações sobre o assunto. Vale a pena conferir.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Canjica com amendoim


Nesses dias de frio intenso aqui, uma canjica bem quentinha aconchega o estômago e as emoções. Sim, emoções, pois esta é mais uma daquelas receitas que saboreava na minha infância. Sempre tinha duas opções - com coco e com amendoim. Mas, ninguém discorda de que o sabor é proporcional às suas calorias, e quantas. Assim, como já havia comido a deliciosa canjica em uma visita ao sitio, pensei comigo: já comi minha porção de canjica nesse inverno e não vou precisar fazer em casa e correr aquele risco de comer mais do que a consciência permite. Claro que isto foi somente na minha imaginação, pois minha filha comeu a canjica no sítio e na volta para casa me pediu para fazer. Que mãe que gosta de cozinhar - e de comer também - resistiria a um pedido tal qual a este? Bom, eu não resisti e naquela mesma semana estava eu preparando a delícia acima que infelizmente vocês só podem ver. Mas, para quem não resistir a tentação, aqui está a receita que fiz.

Ingredientes:

1 1/2 xícara (chá) de canjica branca
2 litros de água
1 litro de leite de vaca
1 lata de leite condensado
1 xícara (chá) de açúcar
1 xícara (chá) de leite em pó
1 pitada de sal
1 xícara de amendoim torrado,sem pele e triturado

Como fazer:

Coloque a canjica em um recipiente, encha de água até 2 dedos acima do milho e deixe de molho por uma noite. No dia seguinte, escorra a água, coloque em uma panela grande, coloque 2 litros de água e leve ao fogo para cozinha, mexendo de vez em quando, até que esteja macia. Neste ponto, terá bem pouca água, por isto não precisa escorrê-la. Acrescente o leite de vaca, o leite condensado, o açúcar, a pitada de sal e deixe ferver, mexendo de vez em quando para na grudar na panela. Neste passo, é preciso tomar cuidado, pois o leite sobe e pode entornar. Quando o líquido tiver diminuido pela metade, acrescente o leite em pó diluído em um pouquinho de água e mexa para que ele se incorpore à canjica. Deixe ferver mais um pouco, cuidando para que não entorne. Quando o caldo da canjica estiver na consistência desejada (mais ralo ou mais grosso), acrescente o amendoim torrado e triturado, mexa e desligue o fogo. Sirva quente, acompanhado de amendoim inteiro ou triturado. Se o dia não estiver tão frio, você pode servi-la morna, à temperatura ambiente e até gelada, se quiser, pois ela é saborosa independente da temperatura em que é servida. O que vai determinar isto será o seu gosto, pois quando gelada, o milho da canjica fica um pouco mais durinho.

OBS.: a inserção do leite em pó nesta receita confere-lhe uma cremosidade maravilhosa. Já fiz com creme de leite, mas achei que a textura e o sabor do caldo da canjica ficam melhores com o leite em pó. Caso queira diminuir as calorias deste prato, utilize ingredientes light ou desnatados, como é o caso do leite condensado, leite de vaca, leite em pó e açúcar. Ainda não fiz esta experiência de substituição, mas creio que deve ficar saboroso também. Para quem deseja a versão com coco, é só substituir o amendoim pela mesma medida de coco ralado (fresco de preferência) e acrescentar 1 garrafinha de leite de coco no mesmo momento em que acrescentar o leite em pó.

Canjica ou munguzá?
Durante toda a minha infância fui presenteada com este prato feito pela minha mãe, e para nós não era nem sobremesa, pois a qualquer hora que se desejasse, se comia. Formalizei meu conhecimento entendendo que canjica era feita com milho branco, leite, coco ou amendoim, basicamente, com algumas modificações "a gosto do freguês". Anos depois, já na minha juventude, fui morar no nordeste e tive meu primeiro contato com a canjica quando no momento do lanche alguém me a ofereceu. O conhecimento que eu tinha logo trouxe à minha mente aquela cumbuquinha de canjica da infância, que logo desapareceu quando eu olhei a vasilha e visualizei um mingau de milho verde, conforme minha mãe denominava, ou curau para outros. Como assim?, questionei comigo mesma, mas em voz alta. As pessoas que estavam comigo e que sabiam que eu não era do nordeste logo se prontificaram para me explicar que a canjica que eu conhecia tinha o nome de munguzá e que o mingau de milho verde era a canjica do nordeste. E depois também fiquei sabendo que a canjiquinha (aquela feita de milho triturado) é chamada de xerém quando feita na versão doce, com leite, açúcar e coco ralado.

Canjica: indígena, africana ou asiática?

A canjica é um prato consumido em todo o Brasil e leva a fama de ser tipicamente brasileira. No entanto, há divergências quanto à sua origem: indígena ou africana? Ninguém sabe ao certo, mas parece que tanto os índios quanto os africanos a consumia em sua dieta alimentar. Além da divergência sobre a origem da receita, também há divergência sobre a origem da palavra canjica. Janita nos dá uma apresentação suscinta de uma hipótese: africana ou asiática? Segundo ela, pesquisadores se dividem entre uma e outra: se for africana, origina-se da palavra kanjika, da língua quimbundo, falada pelas tribos dos bantos de Angola, e se for asiática, origina-se da palavra Kanji, expressão malaiala (língua de Malabar, na Ásia) que significa “arroz com água”.
Bom, de qualquer forma, a canjica sobreviveu até aos nossos dias para nos presentear com seu sabor singular.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Sopa de rigatone com carne de panela



Aqui no Sul as temperaturas estão despencando. Hoje, as paredes e o chão estão minando água, "suando". Chove há dois dias e a temperatura tem ficado bem baixa. Difícil para trabalhar dentro e fora de casa, difícil para fazer qualquer coisa, menos comer uma sopinha simples, mas completa: hortaliças, carne e carboidrato. Para quem aprecia, a sopa é um alimento que pode ser classificado como comfort food, pois sempre remete-nos à lembranças gostosas e saudosas, além de propiciar um ambiente de extremo conforto no clima frio.

Minha infância foi marcada por sopas e caldos; durante o inverno, e às vezes até em outras estações, minha mãe sempre nos presenteava com um bom prato de sopa quente. E a combinação de hortaliças+carne+carboidrato era a que ela mais apreciava fazer, além dos caldos de fubá e mocotó. Mais uma vez em homenagem à minha querida mãe, vou postar uma receita bem simples, mas que me lembra muito as sopas que ela fazia.

Ingredientes:

2 colheres (sopa) de óleo
4 dentes de alho amassados
1 cebola bem picadinha
1 cenoura
1 pedaço de abóbora
1 chuchu pequeno
4 folhas de repolho
1 batata média
1 folha de louro
1 sachê de caldo de bacon
1 lt de água fervente
300 gr de rigatone
300 gr de carne de panela pronta
sal e pimenta à gosto
cheiro verde à gosto bem picadinho

Como fazer:

Descasque os legumes e pique-os em cubos. Lave as folhas de repolho, retire o talo, pique-o e junte aos legumes; pique a parte das folhas em pedaços grandes e deixe separada dos legumes. Reserve.

Numa panela, coloque o óleo e frite o alho; acrescente a cebola e deixe murchar. Acrescente os legumes (menos o repolho) e refogue por uns 3 minutos mexendo de vez em quando. Coloque o rigatone, mexa, acrescente a água fervente, o caldo de bacon, a folha de louro e deixe cozinhar em fogo baixo com a panela semi-tampada. Mexa de vez em quando e deixe cozinhar até que o macarrão e os legumes fiquem macios, mas sem desmanchar. Neste ponto, acrescente o repolho e a carne, acerte o sal, acrescente a pimenta e, se necessário, mais água quente para terminar o cozimento. Deixe ferver por uns 10 minutos. Desligue o fogo, acrescente o cheiro verde e sirva quente, acompanhado de pão ou puro mesmo que é uma delícia, e seja feliz.

OBS.: eu fiz a receita com carne de panela porque era uma sobra que eu já tinha pronta, mas pode ser feita com qualquer carne: moída, de frango, costela, etc. Se ficar com muito caldo, retire um pouco e faça um pirão que fica muito bom ou acrescente uma ou duas colheres de farinha de mandioca dissolvida em água fria para não empelotar e o caldo ficará mais grosso. No meu caso, a quantidade de caldo foi perfeita, não necesitando de nenhum ajuste.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Frango à vinagrete



Quando vi esta receita pela primeira vez lá na cozinha da Priscila, fiquei logo com a boca cheia d'agua, pois gosto do azedinho do limão em qualquer tipo de comida. A receita é bem simples e muito prática, pois cozinha tudo ao mesmo tempo no forno e o prato sai pronto para degustar. É mais uma opção para quem prefere as carnes brancas e não tem muita opção de receitas; além isto, é um prato light, pois é  feito sem a pele do frango, não precisa passar por fritura e permanece o mínimo de gordura na carne. Para degustar essa gostosura é preciso providenciar:

Ingredientes:

1 kg de coxas ou sobrecoxas
6 dentes de alhos picados ou socados com o sal
2 cebolas grandes picadas
1 pimentão verde pequeno picado
3 batatas grandes picadas em cubos médios
2 tomates picados
suco de 1/2 limão
1 colher (sopa) de vinagre
2 colheres (sopa) de azeite de oliva extra virgem (de preferência)
orégano à gosto
pimenta-do-reino moidinha (não coloquei)
1 pimenta dedo-de-moça sem sementes picadinha (não coloquei)
sal à gosto
cheiro verde para polvilhar após pronto



Modo de preparar:

Iniciar o preparo picando a batata (deixe-a dentro da água até juntar aos outros ingredientes), a cebola, o pimentão, o tomate e o cheiro verde. Reserve.

Limpe as coxas e retire a pele; tempere com o alho, o sal, as pimentas (eu não coloquei, pois tenho criança em casa que não gosta) e o orégano. Acresente os ingredientes do vinagrete (menos o cheiro verde), as batatas, o limão, o vinagre e o azeite, mexa com as mãos para mistuar bem todos os ingredientes.

Coloque numa forma ou refratário, cubra com papel alumínio e leve a assar no forno preaquecido a 200º C por 1 hora ou até que a carne esteja macia. Depois disto, retire o papel alumínio, escorra o excesso de líquido da forma e deixe assar até que fique corado.

Sirva polvilhado de cheiro verde, acompanhado de um arrozinho branco e o que mais lhe aprover, e bom apetite.

OBS.: na receita da Priscila ela pede o suco de 1 limão, mas achei que ficou muito azedo porque também vai vinagre. Diminui a quantidade para 1/2 limão, mas se alguém achar que ainda é muito para o seu gosto pessoal, coloque apenas 1 colher (sopa) que vai ficar bom.

Chipa paraguaia



Nesses dias frios em que estamos aqui no Paraná, uma chipa cai muito bem com um cafezinho preto quentinho, ou um café com leite, chá, chocolate quente e o que mais se desejar para acompanhar esse "biscoito" que tem como base o polvilho. Já havia comido antes, mas nunca feito em casa, até que o Juarez, um cozinheiro profissional de mão cheia, me enviou esta receita que fiz e aprovei. Apesar de ser um pouco parecido com o gosto do pão de queijo, é mais sequinho e firme, mas igualmente delicioso como o pão de queijo. A receita é bem simples e para ela você vai precisar de:

Ingredientes

1 xícara de polvilho azedo

1 1/2 colher (chá) de fermento em pó

2 ovos

150 g de queijo meia-cura ralado

1 colher (chá) de sal (se o queijo for mais salgado, use menos sal!)

1/3 xícara de leite



Modo de Preparar:

Coloque o polvilho, o fermento, os ovos, o queijo e o sal numa vasilha. Junte um pouco de leite e misture com colher de pau, depois amasse com as mãos.

Verifique se está em ponto de enrolar, caso contrário acrescente mais leite.

Unte as mãos com óleo e modele as chipas conforme desejar.

Disponha os biscoitos em forma untada ou forrada com papel manteiga, deixando um espaço entre eles. Leve para assar no forno pré-aquecido a 190°C por 20 minutos ou até dourar.

OBS.: eu fiz a receita como indicada pelo Juarez e enrolei os biscoitos em forma de meia lua. Na hora de assar eles se encontraram e grudaram, dando um novo formato. Minha filha gostou muito e preciso repetir a receita o mais breve possível. Então, boas fornadas para quem desejar saborear essa deiciosa chipa.



domingo, 29 de maio de 2011

Suprême à italiana

Olá pessoal,

acho que terei que mudar o conceito de blog do meu blog ou mudar a minha frequência de postagem, pois isto está muito parco por aqui. Mas aqui estou eu para postar um prato que foi feito há muito tempo, mas não conseguia localizar onde estava a receita. Este final de semana resolvi dá uma olhada nos livros de receitas light e a encontrei. Ela faz parte da coleção dos VP (Vigilantes do Peso) no livro "Cozinha light" que utiliza 5 ingredientes no preparo do prato. Claro que tive que mudar a receita, pois não tinha todos os ingredientes conforme pedido e os substitui pelos que estavam na minha geladeira, como também acrescentei um que não tinha nela. Assim, com algumas adaptações minhas, a receita ficou assim:

Ingredientes:

5 filés de frango sem pele e sem gordura
5 fatias de presunto cozido
10 folhas de majericão fresco
5 fatias de mussarela
1 colher (sopa) de margarina
1 colher (chá) de sal de ervas
3 dentes de alho amassados com sal à gosto

 

Modo de prepraro:

Eu utilizei um peito de frango grande; retirei a pele e as gorduras aparentes, desossei deixando-o inteiro. Parti ao meio, separei o filé maior do menorzinho, e cada filé maior (que é uma banda do peito) foi partido em 2 filés grossos. Cada um foi cortado ao meio, mas sem ser dividido, de modo que ao abrí-lo ficou como uma asa de borboleta.

Para que fique mais macio e maior, abra uma sacolinha de plástico (dessas de legumes que a gente compra em rolo no supermercado), coloque o filé aberto de um lado do plástico e cubra-o com o outro lado. Bata com um baterdor liso de carne até que fique fino e mais comprido. Faça isto com todos os filés.

Tempere todos os filés com o alho e o sal de ervas. Abra cada um e em um de seus lados coloque uma fatia de presunto dobrado, por cima dele coloque uma fatia de mussarela também dobrada e duas folhinhas de manjericão. Feche com o outro lado e aperte as bordas para que fique selada. Os dois filés menores formam um único filé; cada um se torna um lado do filé recheado.

Aqueça uma frigideira antiaderente, coloque metade da margarina e 3 filés para grelhar. Não fique mexendo muito, deixe cozinhar e "fritar" de um lado e só quando esse lado estiver corado é que se deve virar para o outro. Faça todo o processo em fogo baixo para que cozinhe por dentro e por fora, como também para que se mantenha uma coloração bonita e não queime. Repita o processo com os outros 3 filés. Sirva quente, com ou sem molho, acompanhado de algum carboidrato (arroz, batatas, purê, macarrão, etc.) e salada, é claro.

É um prato da cozinha light, mas que ao contrário do que se pensa que coisa light não é saborosa, esta receita foi aprovada pela minha família e agrada a qualquer um que gosta dos ingredientes utilizados. Faça, tire a prova e depois me conta.



OBS.: O termo "suprême" é da cozinha francesa, sendo utilizado para peito e asa de frango (e de outras aves) desossados e sem pele, mas a receita é da cozinha italiana. Na questão do azeite, não o utilizei no preparo do prato porque meu cardiologista me orientou a sempre utilizá-lo sobre o prato pronto, pois quando passa por aquecimento, perde as propriedades nutricionais. Outra informação importante é que, segundo a receita original, o presunto de Parma é adocicado e empresta esse sabor ao prato, o que deve ficar muito bom. Quando for repetir esta receita vou utilizá-lo, assim como o queijo pedido, pois quero comparar a receita original com a receita adaptada por mim.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Batata assada com linguiça

Sabe aqueles dias de correria que você precisa de algo muito fácil. Pois é, esta receita nos socorre nesses momentos, pois além de reunir proteína e carboidrato, além de algumas hortaliças, enquanto ela cozinha, fazemos o restante para completar a refeição: arroz, salada, feijão (para quem não fica sem como eu, só de vez em quando).



Esta receita é do Club-Chefs que me manda várias por e-mail. Já tenho um tanto  para experimentar. Na verdade, o que não falta para nós que gostamos de culinária é receita para experimentar. Neste contexto, a minha preocupação não é com ter ou não receita, mas com a perda e manutenção de peso que às vezes fica difícil. Mas, dificuldade à parte, vamos à receita.

Você vai precisar de:

1 kg de batatas cortadas em pedaços grandes
6 gomos de linguiça cortados ao meio
1 pimentão verde cortado em tiras
2 tomates sem pele e sem sementes em fatias
sal à gosto
orégano à gosto
1 cebola média cortado em tiras


Como fazer:

Misturar todos os ingredientes e temperar como se fosse fazer uma salada.
Arrumar tudo em uma assadeira ou refratário.



Cobrir com papel alumínio e levar ao forno pré-aquecido por 30 minutos.
Tirar o papel e verificar se as batatas estão macias.
Escorrer a água que juntou.

Polvilhar orégano e voltar ao forno até dourar.






Minhas obervações: eu utilizei a linguiça toscana (para churrasco) e não tentei com outra, mas deve dar certo também. Acrescentei a cebola porque acho a combinção tomate+pimentão+cebola  ótima para temperar  e acompanhar carnes, sejam assadas (como esta), grelhada (como em churrasco), ou em molho. Só deixei de colocar o cheiro verde que também utilizo muito.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Rocambole de arroz

Quem gosta de cozinhar sabe que sempre aparecem umas sobras que não queremos mais comê-las da forma como está preparada. Mas, jogar fora, só em último caso, ou seja, se estiver estragada. Nessas horas, a receita de hoje cai como uma luva à nossa necessidade de repaginar o alimento pronto. E que repaginada. Difícil relacionar com o arroz cozido só de ver o prato pronto. Alguns não conseguem relacioná-lo nem depois de degustar. E aí é que fica surpreendente. 

Eu preparei este rocambole num dia em que recebi umas visitas queridas e foi aprovado por todos. Além de rocambole, dá também para fazer torta salgada de arroz e pizza de arroz, utilizando aquela sobra que não queremos esquentar.

A versatilidade desta receita é grande, pois os recheios podem variar gerando uma grande combinação de ingredientes para agradar o paladar de quem o faz e o degusta. Os recheios devem ser sempre cremosos, nem líquidos - para não interferir na textura da massa, nem secos - para seja mais agradável à mastigação.

Eu já tinha feito a torta com recheio de frango e a pizza de mussarela, presunto, calabrasa, tomate, azeitona, cebola, milho, e ambos ficaram deliciosos. Resolvi fazer o rocambole porque recebi a receita da massa do culinarista Juarez que a enviou num comentário do blog. Obrigada Juarez, realmente a receita é deliciosa, podendo ser servida como lanche da tarde, bem como um almoço ou jantar, acompanhada de uma saladinha básica que não pode faltar.




Para esta receita você vai precisar de:

Massa:
1 xíx. (chá) de arroz cozido (sobra)
1 xíc. (chá) de óleo (soja, canola, milho, ...)
1 xíc. (chá) de leite
2 ovos
1 colher (sopa) de farinha de trigo
2 colheres (sopa) de queijo ralado
1 colher (sopa) de fermento em pó
sal, se necessário
margarina e farinha de rosca para untar e enfarinhar a forma

Recheio:
1 peito de frango médio sem pele e picado
2 xíc (chá) de água
1 sachê de caldo de galinha em pó
2 colheres (sopa) de óleo de soja (ou outro de sua preferência)
4 dentes de alho amassados ou picados
1 cebola média bem picadinha
2 tomates pequenos picados (com semente e pele)
1/2 sachê de molho de tomate pronto
1/2 xíc. (chá) de azeitonas picadas
salsinha e cebolinha à gosto
sal à gosto
1 copo pequeno de requeijão

Cobertura:
1/2 xíc. (chá) de maionese
1/2 xíc. (chá) de gergelim

Como fazer:

Para a massa, bata todos os ingredientes no liquidificador, coloque na assadeira untada e enfarinhada com margarina e farinha de rosca, e asse em forno médio (180º a 200º), preaquecido, até que doure por cima. Retire do forno, deixe esfriar um pouco. Desenforme ainda morno em cima de um pano de prato úmido (não molhado - só borrifar um porquinho de água), enrolar já no formato de rocambole e reservar enquanto finaliza o recheio.

Para o recheio, cozinhe o frango com a água e o caldo de galinha até ficar macio. Deixe esfriar um pouco e depois desfie-o. Numa panela, coloque o óleo e frite o alho e a cebola até murcharem, acrescente o tomate, refogue um pouco; coloque o molho de tomate e deixe cozinhar. Acrescente a azeitona, verifique o sal e, se necessário, acrescente a seu gosto. Deixe o molho ficar bem espesso. Desligue o fogo, acrescente o cheiro verde e deixe esfriar para rechear o rocambole.

Montagem:

Abra a massa que está enrolada no pano e espalhe o recheio em toda a superfície, deixando o espaço de dois dedos sem recheio, pois é onde vai fechar o rocambole. Por cima do recheio espalhe o requeijão e, com bastante cuidado, enrole o rocambole. Coloque numa travessa onde irá servir, espalhe a maionese em toda a superfície, salpique o gergelim, enfeite como desejar e sirvar como lanche ou refeição.


Minhas observações: o Juarez me mandou duas sugestões de recheios: frango desfiado como molho branco e requeijão - para dar cremosidade ao recheio; queijo e presunto ralados com maionese - para dar cremosidade. Na primeira vez que fiz esta massa coloquei  a segunda opção de recheio, mas  achei que ficou muito salgado. Assim, na segunda vez, optei por um molho básico de frango acompanhado pelo requeijão, que deve ser mais consistente para não escorrer. Numa próxima oportunidade vou colocar molho branco para testar. De uma forma ou de outra, a massa é deliciosa e pode ser combinada com o que você mais desejar. 

Outra coisa: achei que 1 xíc. de óleo era muito e coloquei só metade. Ficou bom. A maionese e o gergelim por cima foi minha invenção. Como ao colocar na mesa ela se encheu de gente à volta para se servirem, não deu para tirar uma foto do rocambole partido para visualizar por dentro. Na próxima tiro, fico devendo esta.



sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Fusilli alla amatriciana

Oi pessoal!


Parece que estou uma turista aqui no blog, mas a coisa está apertada para o meu lado. O pouquíssimo tempo "livre" que estou tendo é marcado por tanto cansaço que acabo não tendo forças para atualizar as postagens. Chego do trabalho muito cansada e a isto se somam os afazeres doméstico que não acabam nunca., além de uma infinidade de organizações a serem realizadas diariamente. Ufa, só de falar estou cansada. Diante de todo este cansaço e para enfrentar esta situação, uma receita prática e rápida cai muito bem, não?!. Então vamos a ela.



Você vai precisar de:

250 gr de macarrão fussili (parafuso)
2 litros de água
sal
1 fio de óleo

Molho:
150 gr de bacon em cubinhos pequenos
1 cebola em cubinhos pequenos
2 tomates em cubinhos pequenos
½ sachê de molho de tomate pronto
½ xíc. (chá) de água
sal, se necessário
folhas de manjericão à gosto
queijo parmesão ralado à gosto

Como fazer:

Numa panela, coloque a água, o sal e o fio de óleo. Quando ferver, coloque o macarrão para cozinhar até o ponto desejado. Eu prefiro um pouquinho mais que “al dente”. Escorra e agregue ao molho.

Mas, enquanto o macarrão cozinha, em outra panela, frite o bacon, acrescente a cebola, mexa e deixe que ela murche. Acrescente o tomate, mexa e deixe refogar. Adicione o molho de tomate pronto, refogue mais um pouco e coloque a água. Abaixe o fogo e deixe cozinhar até reduzir e ficar um molho mais espesso. Acerte o sal, coloque as folhinhas de manjericão cortadas ou inteiras, acrescente o macarrão cozido e misture para a massa ficar toda envolvida no molho. Sirva o fussili regado ao azeite de oliva extra virgem, de preferência, e polvilhado com queijo ralado.
Bom apetite!

Obs. A história original desta receita você encontra no site Itália Catarinense que a traz com detalhes muito interessantes. Só para adiantar, a receita original é da cidade de Amatrice, próxima a Roma, e leva apenas guanciale (bochecha de porco curada: salgada e temperada com pimenta preta e outras especiarias, passando por um processo de cura em lugar fresco e ventilado por 2 meses), pimenta preta e spaghetti. A introdução de outros ingredientes nesta receita, como o tomate e o queijo, e o uso das massas bucattini e rigatoni veio do contato do povo de Amatrice com o de Roma. Além disto, houve também a introdução do uso da cebola pelos romanos, mas sem unanimidade, o que resultou em duas correntes de pensamento sobre a receita: a que usa e a que não usa a cebola. Como sou chegadinha em cebola, a minha versão sempre a terá presente. Bom, quem quiser ler a matéria completa entre no link do site acima e depois delicie-se  fazendo a versão que quiser. Como eu conheci a história do prato depois de tê-lo feito, não coloquei pimenta, que é um dos ingredientes originais e marcantes da receita. Mas nem se eu quisesse, poderia colocá-la, pois aqui em casa só a aprecio.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Torta de banana - rápida de fazer e gostosa de comer!

Conheci esta receita através da minha vizinha gente boa - Líbia (uma mineirinha cozinheira de mão cheia - diga-se de passagem, as duas mãos cheias) - que me trouxe um pedaço para eu experiementar e logo quis a receita, pois é uma delícia. A princípio, duvidei que a forma de fazer resultaria naquele bolo delicioso que eu havia comido, mas, como gosto muito de banana - e esta seria mais uma maneira de utilizá-la, resolvi arriscar e fiz a receita - uma delícia! A Líbia acrescentou uva-passa na receita e eu segui sua modificação, o que na receita original (aqui) não tem. Mas vale a pena, pois fica muito bom.

Na receita Bolo de banana já apresentei algumas das importâncias desta fruta, mas quero ressaltar que o consumo de apenas uma por dia já é suficiente para nutrir nossa necessidade diária dela.

Então vamos a receita.



Você vai precisar de:

2 xíc. (chá) de farinha de trigo
2 xíc. (chá) de açúcar
1 colher (sopa) de fermento em pó
2 ovos inteiros batidos
1 xíc. (chá) de leite
5 colheres (sopa) de margarina
10 bananas cortadas na horizontal
1 xíc. (chá) de uva-passa (acréscimo)

Como fazer:

Para a farofa: numa tigela, misture a farinha de trigo, o açúcar e o fermento e reserve.

Para o líquido: coloque a margarina numa vasilha e leve ao microondas ou ao fogo para derretê-la. 
Numa outra tigela, misture a margarina derretida, os ovos batidos e o leite e mexa bem. Reserve.

Descasque as bananas e corte-as na horizontal. Reserve.

Montagem:

Numa forma retangular de aproximadamente 20X30, untada, coloque uma camada de farofa, uma de banana e uma de uva-passa. Coloque outra de farofa, mais uma de banana, mais uma de uva-passa e a última de farofa. Despeje o líquido por cima, cuidando para que toda a superfície fique molhada. Asse em forno médio (220º) até que fique dourado. Sirva do jeito que mais gostar, pois ela combina muito bem com café puro, café com leite, suco, refrigerante, e quem sabe até com sorvete. Morninha, fria ou gelada, é sempre uma delícia. Experimente!

OBS.: quando experimentei a torta que a Líbia me deu, ela me falou que a achou muito doce e eu também; assim, quando fiz a receita, diminui a quantidade de açúcar de 2 xíc. para 1 1/2 xíc. e achei que ficou muito melhor. A banana foi cortada 2 vezes na horizontal para dar 3 fatias por banana.

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